Poesias, crônicas, piadas e considerações filosóficas são de responsabilidade de Carlos David. Se esta página for fraca, chata ou monótona, o mérito é todo dele!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
11 DE SETEMBRO
Faz três dias que completou dez anos do trágico atentado contra o Pentágono e às Torres Gêmeas. Por este tempo fazia sucesso o segundo filme da trilogia "Senhor dos Anéis", com o nome "As duas Torres". Pura coincidência! O lider da Al Qaeda, Bin Ladem, foi punido exemplarmente, assim como outros dirigentes deste grupo. Faltou punir os responsáveis americanos. Entre eles W. G. Bush. Responsáveis estes, não só membros do Governo, mas também da indústria bélica. Posso apontar, como exemplo, apenas alguns motivos: A Al Qaeda, lutava junto com os Talibãs na guerra civil, no Afganistão. Os Talibãs forma um "governo paralelo", que embora não seja reconhecido por nenhum país, é reconhecido por si mesmo. Para eles os Talibãs governam o Afganistão. Portanto eles consideram as tropas da OTAN como invasores, o que leva a concluir que os Estados Unidos estavam em guerra contra o "Afganistão". Portanto o ataque ao pentágono foi uma ação de guerra, embora o choque dos aviões contra as Torres Gêmeas tenha sido uma ação terrorista. Abro aqui um parentesis para lembrar que o maior ataque terrorista da história da humanidade foi a "Bomba de Hiroshima". Até hoje os responsáveis não foram punidos! E os Japoneses dez anos depois já haviam perdoado os americanos. É sabido que Bin Laden, fundamentalista islâmico, era rival de Sadan, pois este havia ocidentalizado o Iraque. No mínimo o chefe da Al Qaeda foi indiferente ao ataque americano ao Iraque. Antes da invasão, Sadan se sentiu acuado e tetou negociar com os órgãos da ONU, sua saída. Ele estava disposto a abrir mão de tudo, menos de sua vida e de sua família. Um acordo já estava praticamente fechado com as nações unidas, quando os Estados Unidos e a OTAN invadiram o Iraque. Milhares de inocentes morreram, e estão morrendo, inclusive cidadão americanos, devido à prepotência de G. W. Bush.
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