segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

A ADOLESCÊNCIA DA HUIMANIDADE

Tem-se falado muito noJoãozinho. Eu não vou comentar. A coisa não é só por aqui. É em todo lugar. Às vezes até institucional, como o caso das crianças israelenses que que escreviam mensagens nos mísseis que vieram a matar centenas de crianças no Líbano. Mas eu acredito na humanidade. A espécie humana há duzentos mil anos "engatinhava" pelas savanas, fugindo das feras e das epidemias, eramos uma nova espécie: Homo sapiens, e como espécie, ainda bebê. Frágil, lutando, geração após geração contra a extinção. Ainda na primeira infância, aprendemos a falar, nos vestirmos, corrermos dos predadores. Como uma criança travessa rabiscávamos as paredes com os mais variados desenhos, fruto de nossa imaginação infantil. Um dia nos alfabetizamos (ao contrário do que dizem, não começa aí a hitória!) e, com muita dificuldade preenchemos nossos cadernos com nossas idéias e nossos medos. Chegamos à puberdade, época de timidez e inibição, época onde o super-ego nos impôs o mais profundo obscurantismo. Aos poucos chegamos à adolescêcia, fomos quebrando tabus, contestando tudo que acreditavamos. Chegamos aos dias de hoje. Nos achamos os reis do mundo, megalomaníacos. Destruimos tudo pela frente, como vândalos. A humanidade está na adolescência: só quer saber de orgias e badalação, como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. Mas um dia seremos adultos. Criaremos juízo. Construiremos um mundo melhor para os homens, para os bichos, as plantas e para todo o planeta. Aí é que que deixaremos a pré-história e começaremos a verdadeira historia da humanidade.

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