Agora que a poeira se assentou, vou falr sobre o caso dos bombeiros. O grande problema é que no Brail, constitucionalmente, a pena de morte só pode ser aplicada em um só caso: traição à pátria.
Assim como os leucócitos no corpo humano tem como função defender agentes externos (micróbios) e internos (tumores, por exemplo), os miltares tem como como fução combater os invasores e insubordinados. Os leucócitos que destroem células saudáveis são sumariamente eliminados, sob pena de surgir uma doença auto-imune. Militares, ao contrário da população civil, não pode fazer greve, passeatas ou qualquer manifestação pública mais abrangente, sob pena de ser considerado motim. E motim, no meio militar, é combatido com severidade!. O problema é que no Brasil os Bombeiros são instituições militares. Não deveria ser. Mas talvés pela necessidade de uma disciplina férrea é que no nosso país os bombeiros são militares.
A lógoca é a seguinte: se os bombeiros são militares e é tolerado fazerem manifestações, enttão a PM, também pode. Se os Policiais podem, os soldados e sub-oficiais da Marinha, exército e aeronáutica passam a ter este direito. Faltou jogo político na atitude do Governador Ségio Cabral. Ele deveria dar outro rumo ao problema. A mídia também foi tendenciosa, não esclarecendo bem a situação. Mas, se os bombeiros são militares, eles deveriam usar outras formas de luta e não manifestações ostensivas. Isto é motim. E motim, no mínimo, é reclusão. Porém, como já foi dito o Governador não deveria ter se exposto tanto no caso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário