............No atual momento do sistema capitalista é realmente vantajoso deixar de ser empregado pra se tornar um microempresário? Tornando-se um pequeno capitalista você deixaria de ser explorado e seria um explorador?
............Tentarei ser o menos marxista possível.
............Você abre uma empresa com aquele dinheiro que vinha guardando há algum tempo. Adquire um imóvel para se estabelecer, compra móveis, maquinarias, matéria prima, e contrata dois ou três empregados. Passa-se alguns anos, com muito custo você paga todos os investimentos iniciais. Sua microempresa foi bem sucedida.
............Ao fazer a contabilidade você verifica, que o seu lucro deu para pagar, a matéria prima, repor algum material permanente, pagar todos os empregados e ainda sobrou um tico-tico. Mas espere! Você pagou o gerente da sua empresa? Ah! Sua empresa não tem gerente! Mas se você, ao invés de trabalhar, em sua empresa você contratasse um gerente de sua confiança. Assim você poderia curtir a vida: ir à praia em dia de semana, viajar para a Europa. Por quanto você contrataria um gerente? Se você for procurar no mercado vai observar que o salário de um bom gerente (tão bom quanto você) e de extrema confiança, custa duas vezes tudo que sobrou de lucro para você. O salário deste hipotético gerente deveria ser a sua parte pelo trabalho dentro do seu negócio, o lucro líquido verdadeiro seria o lucro que você contabilizou, menos o salário do hipotético gerente. Neste caso você esta tendo um bruto de um prejuízo!
............Neste ponto observamos que “alguém” comeu o seu lucro e parte do seu salário. Este “alguém” é uma espécie de patrão invisível chamado “competição intercapitalista”, que à semelhança da mais valia rouba do microempresário parte de seus proventos. O microempresário compra sua matéria prima no varejo, nunca no atacado, repassando para os grande empresários parte de seu lucro. Na diferença entre o valor do varejo e o valor do atacado se encontra uma das formas da "mais valia" que a competição intercapitalista rouba do microempresário. Na prática um microempresário funciona como um empregado sem nenhum direito social e sem nenhum amparo legal. Atualmente, no capitalismo, só há lugar para os grandes.
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PORTANTO PAREM DE TER ILUSÕES DE FICAR RICO HONESTAMENTE NESTE
SISTEMA BURGUÊS E VAMOS LUTAR POR UMA SOCIEDADE JUSTA E IGUALITÁRIA!
Poesias, crônicas, piadas e considerações filosóficas são de responsabilidade de Carlos David. Se esta página for fraca, chata ou monótona, o mérito é todo dele!
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domingo, 22 de abril de 2007
sábado, 7 de abril de 2007
A HUMANIDADE VEM MELHORANDO
Temos que resistirmos à idéia, imposta de forma facciosa pela mídia, de que a humanidade está cada vez pior. Também não somos uma doença que veio para destruir o planeta. Convicções deste tipo diminuem a nossa auto-estima e nos leva ao desânimo, à inoperância, e o que é pior, ao pessimismo com relação á espécie humana.
Uma das primeiras espécies animais que o Homo sapiens levou á extinção foi ao Homo neandetalensis. Nossos primos eram inteligentes: Conheciam a comunicação oral e fabricavam suas ferramentas, como nós. Ao longo dos milênios a humanidade destruiu pelo fogo e pelo machado todas as florestas de toda a Europa, parte da Ásia, e até mesmo dos frágeis ecossistemas áridos da Ásia Menor. Com relação aos aspectos culturais, embora não ser recomendável comparações etnocentristas, pode-se afirmar que a humanidade vem se “civilizando” ao longo do tempo. Não se queima mais ninguém na fogueira. E se hoje não se queima mais ninguém em fogueiras é porque nos últimos quatrocentos, quinhentos anos a humanidade vem passando por um processo de não aceitação deste o de outros tipos de práticas que levam ao sofrimento seres humanos, hoje não se admite que nem os animais devam sofrer. Trata-se do “humanismo burguês”. No sistema capitalista é inconcebível moralmente (embora aconteça, até com alguma freqüência) um patrão mandar açoitar seu empregado. Nas formações feudais e escravistas tais práticas eram normais. Inclusive um direito do senhor da terra. Matar um escravo não era considerado homicídio! Se eu matasse o escravo de um conhecido meu, bastava indenizá-lo! Queimar florestas e matar animais se fazia como esporte. O homem é dono da natureza e pode dispor como bem quiser!
O Capitalismo foi um avanço para humanidade! A relação entre os homens e entre o homem com a natureza avançou muito. Porém existem alguns problemas que o sistema burguês não tem condições de enfrentar, como o aquecimento global, a fome, e progressiva erosão genética, etc. A própria humanidade encontram, em breve, um caminho não capitalista, capaz de nos tornar mais fraternos a ponto de acabar com a fome, e mais pragmático capaz de reverter o aquecimento global e manter a biodiversidade e ainda capitalizar vantagens para a própria humanidade.
Uma das primeiras espécies animais que o Homo sapiens levou á extinção foi ao Homo neandetalensis. Nossos primos eram inteligentes: Conheciam a comunicação oral e fabricavam suas ferramentas, como nós. Ao longo dos milênios a humanidade destruiu pelo fogo e pelo machado todas as florestas de toda a Europa, parte da Ásia, e até mesmo dos frágeis ecossistemas áridos da Ásia Menor. Com relação aos aspectos culturais, embora não ser recomendável comparações etnocentristas, pode-se afirmar que a humanidade vem se “civilizando” ao longo do tempo. Não se queima mais ninguém na fogueira. E se hoje não se queima mais ninguém em fogueiras é porque nos últimos quatrocentos, quinhentos anos a humanidade vem passando por um processo de não aceitação deste o de outros tipos de práticas que levam ao sofrimento seres humanos, hoje não se admite que nem os animais devam sofrer. Trata-se do “humanismo burguês”. No sistema capitalista é inconcebível moralmente (embora aconteça, até com alguma freqüência) um patrão mandar açoitar seu empregado. Nas formações feudais e escravistas tais práticas eram normais. Inclusive um direito do senhor da terra. Matar um escravo não era considerado homicídio! Se eu matasse o escravo de um conhecido meu, bastava indenizá-lo! Queimar florestas e matar animais se fazia como esporte. O homem é dono da natureza e pode dispor como bem quiser!
O Capitalismo foi um avanço para humanidade! A relação entre os homens e entre o homem com a natureza avançou muito. Porém existem alguns problemas que o sistema burguês não tem condições de enfrentar, como o aquecimento global, a fome, e progressiva erosão genética, etc. A própria humanidade encontram, em breve, um caminho não capitalista, capaz de nos tornar mais fraternos a ponto de acabar com a fome, e mais pragmático capaz de reverter o aquecimento global e manter a biodiversidade e ainda capitalizar vantagens para a própria humanidade.
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